“Eu comecei a refletir, minha reflexão é reflexão sobre um irrefletido, ela não pode ignorar-se a si mesma como acontecimento, logo ela se manifesta como uma verdadeira criação, como uma mudança de estrutura da consciência, e cabe-lhe reconhecer, para aquém de suas próprias operações, o mundo que é dado ao sujeito, porque o sujeito é dado a si mesmo.” Merleau-Ponty, Fenomenologia da Percepção, 1945.  

“Eu comecei a refletir, minha reflexão é reflexão sobre um irrefletido, ela não pode ignorar-se a si mesma como acontecimento, logo ela se manifesta como uma verdadeira criação, como uma mudança de estrutura da consciência, e cabe-lhe reconhecer, para aquém de suas próprias operações, o mundo que é dado ao sujeito, porque o sujeito é dado a si mesmo.” Merleau-Ponty, Fenomenologia da Percepção, 1945.  

Fome x Amor
Vida x Morte 
Mudança x Permanência
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Fotografia de Elis Regina (1945-1982) e Tom Jobim (1927-1994). 

Fome x Amor

Vida x Morte 

Mudança x Permanência

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Fotografia de Elis Regina (1945-1982) e Tom Jobim (1927-1994). 


“O Ser é o que exige de nós criação para que dele tenhamos experiência.” 
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O visível e o invisível (1964 - obra póstuma).
Merleau-Ponty (1908-1961).

“O Ser é o que exige de nós criação para que dele tenhamos experiência.” 

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O visível e o invisível (1964 - obra póstuma).

Merleau-Ponty (1908-1961).

Eu sonhei que ele tinha morrido. 
O sonho é uma imagem transformada da realidade, da mesma maneira que a realidade é uma imagem transformada do sonho. A imagem tanto lá, quanto aqui, gera sentimento. 
Eu chorava incessantemente. Me escorava nas paredes, tentando segurar tanto aperto. A morte é literalmente o irremediável. E lá, eu tinha perdido ele para sempre. 
Acordei com uma lágrima escorrendo dos olhos. 
Levantei. Fui fazer xixi. 
Numa das cenas mais cotidianas e simples de todas. Ainda com os olhos meio molhados. Eu me lembrei. 
Morrerei antes. Por uma noite, acabei tomando o sentimento que lhe pertencerá. 
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Retrato de Chico Buarque e Nara Leão. 

Eu sonhei que ele tinha morrido. 

O sonho é uma imagem transformada da realidade, da mesma maneira que a realidade é uma imagem transformada do sonho. A imagem tanto lá, quanto aqui, gera sentimento. 

Eu chorava incessantemente. Me escorava nas paredes, tentando segurar tanto aperto. A morte é literalmente o irremediável. E lá, eu tinha perdido ele para sempre. 

Acordei com uma lágrima escorrendo dos olhos. 

Levantei. Fui fazer xixi. 

Numa das cenas mais cotidianas e simples de todas. Ainda com os olhos meio molhados. Eu me lembrei. 

Morrerei antes. Por uma noite, acabei tomando o sentimento que lhe pertencerá. 

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Retrato de Chico Buarque e Nara Leão. 

Do verde para o azul. 

Do verde para o azul. 

CAETANO VELOSO 
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_It’s a Long Way (1972) - http://youtu.be/PnZu9GGFw8k
_Asa Branca (1972) - http://www.youtube.com/watch?v=Oh-i7oir72w
_Não Enche - http://www.youtube.com/watch?v=X6Q9L4FsfJ4
_Sampa (1978) - http://www.youtube.com/watch?v=i0KRUGGajto
_Alegria, Alegria (1967) - http://www.youtube.com/watch?feature=endscreen&NR=1&v=4tzSETbQcJk 

CAETANO VELOSO 

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_It’s a Long Way (1972) - http://youtu.be/PnZu9GGFw8k

_Asa Branca (1972) - http://www.youtube.com/watch?v=Oh-i7oir72w

_Não Enche - http://www.youtube.com/watch?v=X6Q9L4FsfJ4

_Sampa (1978) - http://www.youtube.com/watch?v=i0KRUGGajto

_Alegria, Alegria (1967) - http://www.youtube.com/watch?feature=endscreen&NR=1&v=4tzSETbQcJk 

Quanto mais o tempo passa, mais se torna difícil perceber isso, porém, lá no fundo, bem no fundinho, o sujeito mantém alguma potencialidade de se reconhecer um idiota, quando se decidiu por levar uma vida idiota. Isso não necessariamente aparece numa consciência imediata, são momentos. É o flerte com o reflexo de si mesmo, sem querer. 
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Fotografia de Lee Friedlander. 

Quanto mais o tempo passa, mais se torna difícil perceber isso, porém, lá no fundo, bem no fundinho, o sujeito mantém alguma potencialidade de se reconhecer um idiota, quando se decidiu por levar uma vida idiota. Isso não necessariamente aparece numa consciência imediata, são momentos. É o flerte com o reflexo de si mesmo, sem querer. 

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Fotografia de Lee Friedlander. 

David Bowie - Starman (1972)

Sixto Rodriguez - Sugar man (1970)

Cenas do filme “Candy” de 2006.

Lou Reed - Satellite of Love (1972)

The Mermaid - The Wigglers (1956)

Blondie - Heart of Glass (1979)


The Beach Boys - The Warmth Of The Sun (1964)

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“What good is the dawn
That grows into day
The sunset at night
Or living this way For I have the warmth of the sun
Within me at night
The love of my life
She left me one day
I cried when she said
“I don’t feel the same way” Still I have the warmth of the sun
Within me tonight
I’ll dreams of her arms
And though they’re not real Just like she’s still there
The way that I feel
I loved like the warmth of the sun
It won’t ever die “

Para dormir um pouco mais aquecido. Eu, um gigolo…

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Louis Prima - Just a Gigolo & I ain’t go nobody (1959)

Dalida - Il faut danser reggae (1979)

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